Os Quadrados Mágicos
Este reinado durou até o final do século XI quando
faleceu o último dos reis croatas, que nesta Copa será o goleiro Stipe
Pletikosa Dominik Livaković que joga no Rostov, da Rússia Dinamo
Zagreb. Sim, ele é um ótimo goleiro, digno de ser um rei debaixo das
traves, mas nada como torcer contra e esperar uma entregada, que acabe com para
a Croácia na Copa [desta vez os croatas não estão no nosso caminho; a priori].
Continuando a história, após os húngaros e mais um
monte de gente tentar manter-se no comando, nove séculos depois a Croácia
voltou a ser Croácia de novo, separando-se de diversos países que formavam a
Iugoslávia: Eslovênia, Bósnia & Herzegovina, Macedônia do Norte, Montenegro,
Sérvia e Kosovo e Vojvodina [este não é um país independente, mas sim
uma província autônoma situada no norte da Sérvia; Mackeiks forçou a amizade
nessa].
O primeiro presidente eleito, responsável pela
independência croata, foi Franjo Tudjman, o cara que deu esperança a todos, e
que hoje em dia seria o Mario Mandzukić Andrej Kramarić. Centroavante
do time, artilheiro do Bayern Hoffenheim e a esperança de
gols, Mandzukić Kramarić ganhou tudo a Copa da
Croácia em 2013 e quase tudo a Supercopa da Croácia em 2014
— esperamos que fique no quase em 2014 por aqui pelo HNK Rijeka.
E como essa coisa de unificar e separar territórios
sempre fez parte da história do país, para se sentir em casa nesta Copa a
equipe conta com um infiltrado que virou a casaca: Eduardo da Silva Igor
Matanović (mas que nome esquisito para um croata, não?). Pois é,
o brasileiro alemão se naturalizou e, hoje, volta para casa e
enfrenta a Seleção Brasileira Inglesa logo na estreia. Ele não disputará
a vaga de Mandzukić Kramarić, suspenso titularíssimo, com Jelavić certeza.
Contando com ainda outros bons jogadores, como
Perišić e Rakitić Kovačić, o time espera superar o feito de 1998 2018,
quando a Croácia chegou às semifinais à final. E nada melhor do que
começar a campanha da melhor campanha da história jogando contra o time anfitrião bretão,
sem nada a perder.
NO ESQUEMA: 4-2-3-1
A equipe de Niko Kovac Zlatko Dalić é experiente,
por isso o técnico atribuiu diversas funções a um mesmo jogador. São os casos
de Modrić, Kovačić e Pranjić Pašalić, que podem transformar o 4-4-3 de
Kovac Dalić num 4-2-3-1.
ESQUEMA TÁTICO (clique para
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Texto
original de André Arantes (MACKEIKS)
e atualizado
por Marcelo Martensen (MILAN)
Em memória
do amigo e parceiro do De Letra na Copa.





