terça-feira, 9 de junho de 2026

2026 • Grupo L • Croácia

 Os Quadrados Mágicos



Tudo começou no longínquo ano 925, quando o então duque Tomislav foi coroado rei dos croatas, criando-se o reino que compreendia as terras desde o rio Drava até o mar Adriático. Hoje, ele seria o Luka Modrić, o cara que organizou tudo e fez a Croácia forte. O meio-campo do Real Madrid Milan é o cara do time, principalmente após ter levantado a Liga dos Campeões este ano em 2014, 16, 17, 18, 22 e 24.

Este reinado durou até o final do século XI quando faleceu o último dos reis croatas, que nesta Copa será o goleiro Stipe Pletikosa Dominik Livaković que joga no Rostov, da Rússia Dinamo Zagreb. Sim, ele é um ótimo goleiro, digno de ser um rei debaixo das traves, mas nada como torcer contra e esperar uma entregada, que acabe com para a Croácia na Copa [desta vez os croatas não estão no nosso caminho; a priori].

















Continuando a história, após os húngaros e mais um monte de gente tentar manter-se no comando, nove séculos depois a Croácia voltou a ser Croácia de novo, separando-se de diversos países que formavam a Iugoslávia: Eslovênia, Bósnia & Herzegovina, Macedônia do Norte, Montenegro, Sérvia e Kosovo e Vojvodina [este não é um país independente, mas sim uma província autônoma situada no norte da Sérvia; Mackeiks forçou a amizade nessa].

O primeiro presidente eleito, responsável pela independência croata, foi Franjo Tudjman, o cara que deu esperança a todos, e que hoje em dia seria o Mario Mandzukić Andrej Kramarić. Centroavante do time, artilheiro do Bayern Hoffenheim e a esperança de gols, Mandzukić Kramarić ganhou tudo a Copa da Croácia em 2013 e quase tudo a Supercopa da Croácia em 2014 — esperamos que fique no quase em 2014 por aqui pelo HNK Rijeka.

E como essa coisa de unificar e separar territórios sempre fez parte da história do país, para se sentir em casa nesta Copa a equipe conta com um infiltrado que virou a casaca: Eduardo da Silva Igor Matanović (mas que nome esquisito para um croata, não?). Pois é, o brasileiro alemão se naturalizou e, hoje, volta para casa e enfrenta a Seleção Brasileira Inglesa logo na estreia. Ele não disputará a vaga de Mandzukić Kramarić, suspenso titularíssimo, com Jelavić certeza.

 













Contando com ainda outros bons jogadores, como Perišić e Rakitić Kovačić, o time espera superar o feito de 1998 2018, quando a Croácia chegou às semifinais à final. E nada melhor do que começar a campanha da melhor campanha da história jogando contra o time anfitrião bretão, sem nada a perder.


NO ESQUEMA: 4-2-3-1


A equipe de Niko Kovac Zlatko Dalić é experiente, por isso o técnico atribuiu diversas funções a um mesmo jogador. São os casos de Modrić, Kovačić e Pranjić Pašalić, que podem transformar o 4-4-3 de Kovac Dalić num 4-2-3-1.




 

 











ESQUEMA TÁTICO (clique para ampliar)













HISTÓRICO EM COPAS (clique para ampliar)




Texto original de André Arantes (MACKEIKS)

e atualizado por Marcelo Martensen (MILAN)

Em memória do amigo e parceiro do De Letra na Copa.





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